Hamilton Yokota (Titi Freak) [Recordar é viver]

Categoria: Design.

O graffiti é uma arte que inspira muito as pessoas, por ser um tipo de arte mais acessível. E como neste blog já foi abordado sobre os Gêmeos eu não podia deixar de fora este artista maravilhoso.

Titi Freak tem é um mestre do desenho. Sua ascendência é japonesa e sua base é o manga, com o qual trabalha desde os 13 anos. Ilustração, graffiti, iô-iô e moda são seus ambientes preferidos. E ele não esconde toda essa mistura no seu estilo east meets west. Além de telas elaboradas e ricas em detalhes, Titi gosta de explorar superfícies curiosas e expressivas como, por exemplo, uma mesa de bar ou uma porta de garagem.

Dos 13 aos 20 anos, ilustrou para o Estúdio Mauricio de Souza. Desde então, o senso de estilo, a habilidade como ilustrador e o profissionalismo adquirido, o manteve sempre em atividade, trabalhando como designer gráfico e ilustrador. Colaborou intensamente com várias agências de publicidade e muitas marcas como MTV Brasil, Ellus Jeans, Adidas, Eckó, Adidas, Converse All Star, Ezequiel e Nike.

Titi freak conheceu o graffiti só em 1995, mas percebeu que era o ambiente ideal para se livrar das amarras e vícios que os anos de briefing haviam impingido ao seu trabalho. Nas ruas de São Paulo, Titi Freak pode integrar a excelência técnica do seu desenho ao espírito de improvisação que a cidade impõe. A troca foi justa: Titi soltou o traço enquanto o graffiti paulistano ficou mais sofisticado.

Quem quiser conhecer um trabalho deste artista é só assistir o Acústico Charlie Brown Jr. Lá vocês podem conferir os vitrais grafitados por este artista. Mais informações, e um belo portfólio, dividido em rua, design e arte, você confere no site http://www.tfreak.com/



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Os gêmeos conheça o trabalho desses irmãos [recordando…]

Categoria: Design.

Os gêmeosIrmãos Gêmeos ou Os Gêmeos são uma dupla de irmãos gêmeos idênticos grafiteiros de São Paulo, nascidos em 1974, cujos nomes reais são Otávio e Gustavo Pandolfo. Começaram a pintar grafites em 1987 e gradualmente tornaram-se umas das influências mais importantes na cena local, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.
Os trabalhos da dupla podem chegar a murais de grandes dimensões e estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países.
Otávio e Gustavo começaram a grafitar no final dos anos 80, no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo), onde nasceram. Eles militavam no movimento hip hop, quando este alcançava o auge no Brasil. Além de grafitar, a dupla percorria a cidade fazendo apresentações de break (modalidade de dança de rua que, juntamente com o rap e o próprio grafite, são marcas do movimento nascido nos EUA, na década de 70). “A gente freqüentava a Estação São Bento (do Metrô), que na época era o ´point´ dos caras que curtiam hip hop”, conta Gustavo.
Os irmãos fazem questão de deixar claro, contudo, que, do final dos anos 80 para cá, apesar de continuarem a participar de eventos ligados ao hip hop, seu vínculo com o movimento mudou radicalmente. “A gente conhece bastante a cultura, teve uma ligação forte. Então, de vez em quando, acontece um convite assim. Mas, hoje em dia, nosso trabalho não tem nada a ver mais com o hip hop”.
“Grafite x pichação”Um olhar um pouco mais atento permite concluir que o grafite feito hoje por Otávio e Gustavo mantém poucas semelhanças com aquele que ainda dá sinais de beber da fonte dos precursores : os “manos” afro-americanos que se criaram no Bronx. Essas diferenças entre estilos costumam vir à baila na sempre revigorada polêmica “grafite x pichação”. Controvérsia na qual Os Gêmeos preferem não jogar lenha. “A gente já não agüenta mais responder perguntas do tipo qual a diferença entre grafite e pichação? ´ Isso não importa”, dispara Gustavo.O nível de elaboração e a riqueza de detalhes dos murais grafitados pelos gêmeos vêm, segundo eles, de uma obsessão pela prática do desenho. Eles contam que nunca fizeram um curso. O estudo, ainda hoje, acontece em casa. “A gente sempre estudou, desde pequeno: desenho, desenho, desenho”.
Fino traço. Foi justamente essa aplicação que ajudou a forjar o estilo de Os Gêmeos. Para eles, as principais características de seu trabalho vêm da maneira como o desenho é feito: “O jeito de a gente usar o spray, a linha, o contorno…”, explica Gustavo. “A gente faz fininho – isso também é estilo nosso”.A preocupação com detalhes fica evidente também na criação dos trajes de seus personagens. “A estampa das roupas também é uma característica que a gente tem”. Os personagens, mostrados em situações que ora parecem saídas de sonho, ora da dura realidade brasileira, são todos revestidos de um lirismo sem paralelo nesse tipo de manifestação artística.”O que a gente quer, o jeito como filtra as informações, a gente coloca através dos personagens”.Quando o assunto se aprofunda na questão das influências artísticas, ambos preferem não citar nomes. “Acho que começam com a arte brasileira, a cultura popular brasileira”, revela Otávio, “e vão até tudo o que a gente sonha, vê, sente, ouve”.
E Volpi ?A confusão sobre a suposta influência do artista no estilo de pintura de Os Gêmeos tem mais de uma explicação. A primeira delas: as bandeirinhas, que se repetem no traje de vários dos personagens criados pelos irmãos, segundo eles, teriam a mesma origem das que, a partir dos anos 50, tornaram-se freqüentes na obra de Volpi : as festividades juninas (São João, Santo Antônio e São Pedro).
Alfredo Volpi (nascido na Itália em 1896 e falecido em 1988), como Os Gêmeos, morou quase toda a sua vida no Bairro do Cambuci. Gustavo conta que, quando crianças, ele e o irmão estiveram, em certa ocasião, no ateliê do artista. “Gostamos do trabalho dele, mas não virou influência”, ressalta.”A gente tem muito dessa coisa do brasileiro, do improviso, das coisas que o brasileiro faz para se virar. Tem muito dessas improvisações no nosso trabalho”, argumenta Otávio, aludindo ao fato de que Volpi, além de autodidata, se encarregava de fazer seus próprios pincéis e telas. Outra “coincidência”: o artista, que veio da Itália ainda criança, iniciou-se na pintura como “decorador de paredes”, ou seja, fazendo uso do mesmo tipo de suporte que, décadas mais tarde, notabilizaria Os Gêmeos do Cambuci.
Filme para Nike A visibilidade alcançada pelo trabalho da dupla, presente em muros ao redor do planeta, acabou rendendo-lhe convites como o da Nike. Otávio e Gustavo foram contratados para fazer a parte gráfica do documentário patrocinado e co-produzido (juntamente com a O2 Filmes) pela fabricante de materiais esportivos.
“Ginga – A Alma do Futebol Brasileiro” teve direção de Hank Levine, Marcelo Machado e Tocha Alves e produção-executiva a cargo do cineasta Fernando Meirelles. O lançamento no Brasil aconteceu em abril de 2006. “Convidaram a gente por ter esse estilo bem brasileiro de pintar”, conta Otávio. “Fizemos as vinhetinhas e decoramos todas as peças passadas no filme”.
Fernando Meirelles gostou tanto da experiência de trabalhar com Os Gêmeos, que os convidou para auxiliarem na produção das animações para a série televisiva da Rede Globo, Cidade dos Homens. “A gente fez a animação com ele. Foi um outro experimento”, lembra Otávio. “A gente falou : vamos fazer uma brincadeira , vamos ver no que é que dá”.
Ainda por conta do trabalho para a Nike, Otávio e Gustavo passaram quatro meses viajando por cidades de sete países. Eles contam que a proposta da turnê – batizada de Brasil – era fazer uma festa brasileira em cada local visitado. Em cada cidade, acontecia uma exposição com o trabalho dos grafiteiros e a exibição do filme Ginga. “Eles precisavam de artistas que representassem a nossa cultura através das artes plásticas ou das artes visuais”, explica Gustavo.
Outros suportes. Foi entre uma viagem e outra que surgiu a proposta de desenhar um tênis especial para a marca. Os calçados, produzidos em edição limitada e lançados apenas nas cidades visitadas durante o tour organizado pela Nike, tiveram a parte traseira, a língua e a palmilha ilustradas pelos grafiteiros. Sobre o convite que os traz agora a São Paulo quem fala é Gustavo: “Veio da Márcia e da Alessandra (Márcia Fortes e Alessandra Ragazzo d´Aloia, sócias-fundadoras da galeria). Elas já conheciam o nosso trabalho e o que a gente fez em Nova York também”, continua, referindo-se à estréia deles no circuito formal de arte contemporânea, com uma grande exposição na Deitch Projects Gallery (que representa Keith Haring e Jean-Michel Basquiat, artistas que também alcançaram fama usando o grafite como linguagem). “Acho que acabou rolando assim: ´Pô, como os caras são de São Paulo e nunca fizeram nada aqui? Vamos fazer, meu, tá na hora de fazer”, acredita Otávio.
Embora a paixão pela atividade nas ruas não tenha arrefecido, os rapazes não escondem a empolgação com a nova empreitada. Sobretudo, segundo contam, pela miríade de possibilidades implicadas em mostrar seu trabalho em uma galeria, fazendo uso de um espaço que, nas palavras de Otávio, “pode ser transformado em 100%”. “Você pode ter um trabalho tridimensional, pode ter luz, música, pode ter objeto, você pode fazer uma coisa se movimentar”.
Grafite, só lá fora. Mas é quase em uníssono que Os Gêmeos dizem que o que eles vão exibir nas dependências da Fortes Vilaça não é grafite. “Aqui dentro é arte, arte contemporânea”, esclarecem. Quem não tiver a oportunidade de estar em São Paulo para ver a exposição dos Gêmeos, nem puder explorar a cidade para descobrir a marca deles impressa nos muros, há outras alternativas para conhecer um pouco mais da arte desses paulistanos. Uma delas é folhear o livro inglês Graffiti Brasil (Org.: Tristan Manco, Caleb Neelon, Ignácio Aronovich e Louise Chin – Ed. Thames & Hudson).
Outra opção é visitar o site Flickr, onde fãs dos irmãos espalhados pelo mundo (fotógrafos amadores e profissionais) publicam imagens de instalações e muros grafitados pela dupla de artistas quando em passagem por suas cidades. O endereço é: http://www.flickr.com/groups/osgemeos/ .Em novembro de 2005, como parte de um projeto, Os Gêmeos, juntamente com outros conhecidos grafiteiros da cena nacional, pintaram vagões do Metrô da Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre).

Site Oficial: Lost Art> Os Gêmeos
fonte: Wikipédia e The Little House o Fall



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Design Apple x Design Microsoft [recordando…]

Categoria: Design, Marketing.

Eu vi um vídeo no site, Mulher Design, ele retrata o que aconteceria se a Microsoft cuidasse do Design da embalagem dos produtos da Apple, ele é muito engraçado, mas mostra uma realidade a poluição visual que a Microsoft coloca na embalagem de seus produtos e no site de seus produtos, é claro que todo produto tem que mostrar suas especificações, mas não deve ser de forma exagerada e nem também de forma muito simples, somente o necessário.
Com o Vista e outros produtos, que estão lançando atualmente a embalagem está mais limpa só com as informações necessárias, mas mesmo assim ainda os sites e os softwares a usabilidade dele é muito pouca (alguém achou de primeira uma calculadora no Vista sem mudar ele pro estilo clássico do Windows).
Realmente a Microsoft está aprendendo com as concorrentes que um bom design e a chave de uma boa venda, porém ainda precisa melhorar a usabilidade de seus produtos, já que são os mais consumidos no mundo.

Leiam a matéria falando sobre usabilidade e Apple: Transparência e design afetivo do site Usabilidoido



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Caos, Colagem e Arte [recordando…]

Categoria: Design.

Quando lembramos da palavra colagem, lembramos de nossa infância, na escola com nossos trabalhos pras professoras exporem para nossos pais verem nas festas da escola, porém este artista levou a colagem a outro nível, elas passaram a ter uma cara mais street.
Batizado como Alexandre Cruz “Sesper” habitante de Santos e São é um artista nato já que ele é: artista, músico, designer gráfico, curador e Videomaker, tudo totalmente influenciado por sub-culturas que agora influencia, como skate, rock e arte urbana, entre muitos outros.

Para quem deseja conhecer mais sobre este artista pode entrar nos seguintes endereços: SesperFacebook e Flickr



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Ícones e Logos não são os mesmos

Categoria: Design.

Costumo ver no StumbleUpon sobre a confusão entre o ícone de design e logotipo. Enquanto logos podem usar o mesmo vocabulário visual como ícones, não haja dúvida, ícones e logotipos são duas disciplinas completamente distintas que requerem ferramentas de design diferentes e mentalidades diferentes.

 

A diferença entre o vocabulário de designers e os conhecimentos clientes pode causar algumas confusões problemáticas. Para atenuar este permite olhar para o que é um ícone, um símbolo que é e como essas duas coisas possam vir a ser confundido.

O que é um ícone?

Para além de quaisquer denotações religiosas um ícone é uma representação gráfica de um conceito ou operação. Nós usamos ícones de uma ponte sobre a compreensão das analogias abstratas e uso prático. Os ícones podem ser usados para ilustrar um aplicativo inteiro ou operações individuais dentro dessa aplicação. Em suma, os ícones nos ajudar a compreender e reconhecer os conceitos que poderiam ser bastante difícil de entender.
Eu poderia escrever um artigo muito longo sobre a natureza caprichosa das convenções e ícone da semiótica que orientam estas, mas neste caso é mais relevante para analisar as diferenças técnicas, que é fundamental para o desenho do ícone, e como estes diferem do projeto do logo.

Ícones não são escaláveis

Mais do que muitas vezes, os ícones não são escaláveis. A própria idéias de ícones são para melhor transmitir uma determinada mensagem dentro de uma determinada confinada espaço visuais. Em interfaces de hoje, permitem múltiplas variações do mesmo ícone. Os ícones que estão sentados em seu cais mais provável ter pelo menos cinco estados diferentes embutidos, tornando-os aparecer nítido em todos os aspectos de sua interação com eles. Ver lista no OSX dá-lhe a versão 16 × 16 pixels, enquanto a estação usa a adaptação de 256 × 256 pixels. Estas não são as versões vetoriais escaláveis, elas são artesanais obras de varredura. O criador deve selecionar cuidadosamente a melhor forma de tirar proveito da tela em qualquer tamanho determinado e mais do que muitas vezes completamente recriar o ícone nos tamanhos.

Ícone Meu e-mail é Manilla em vários estados. Observe o layout diferente dos elementos em tamanhos menores.

Os ícones são Quadráticos

Ícones operar dentro de uma tela de completar quadrados. Como você escolhe para empregar essa tela é com você, mas é restrita a essa reta gumes espaço.

Os ícones são criados em um perfeitamente definido e limitado de lona

Então é isso. Imagens de Ícones não são escaláveis, eles são artesanais e nasceu do desejo de objetivar uma operação ou um conceito dentro de um espaço confinado visual. Como isso difere de um logotipo?

O que é um logotipo?

Um logótipo é um elemento gráfico como um ideograma e / ou uma fonte cuidadosamente arranjado que, juntos formam uma marca comercial ou marca. Há uma infinidade de maneiras de pensar sobre logotipos e design de logotipo. Novamente, o importante aqui é olhar para as diferenças técnicas de desenho do ícone.

Logos são escaláveis

Um logotipo deve ser totalmente escalável. Um logotipo é a ponta de lança da marca comercial de uma empresa ou qualquer outra entidade sem fins econômicos ou não para esse assunto. Portanto, um logo deve ser replicável em várias formas de mídia. Isso tem grande impacto sobre o tipo de mentalidade que você precisa para trazer ao projetar logos. Estamos falando de saída estritamente baseada em vetores e mais frequentemente, a degeneração graciosa de cores todo o caminho para as cores uni.

Logos é suposto ser escalável.

Logos não têm fronteiras

Bem, em teoria, um logotipo poderia ser qualquer coisa. Além dos benefícios, óbvios, de trabalhar em um formato que é facilmente escalável e replicável há regras é realmente muito pouco em relação ao desenho do ícone. Ícone do design é muito influenciada por dimensões técnicas e as limitações dos sistemas que exibi-los. Logo design é um local completamente diferente. Um logotipo pode ser qualquer forma, cor ou dimensão – pode ser acenado a partir de um banner 100 pés ou um rosto tatuado na bunda. É só restrição é de que a mídia física que vai exibi-lo.
Porque é que estamos confusos?
Ícones de ter tido um papel muito importante na interface moderna. Isso tem, obviamente, transbordou para o domínio da marca, onde muitos ícones servem como ícone do aplicativo e marcar para essa entidade.

Panic cria software excelente e usa ícones de sua aplicação como produto de marca

Esta onda de iconism™ (sim, eu acabei de inventar que para o efeito) influenciou muitos designers gráficos e muitos dos aspectos interessantes, do estilo cartunesco, e astuto iconism™ fizeram a sua maneira de tendências de design moderno logotipo. De fato este estilo tornou-se a bandeira para o movimento web 2,0, e como muitas empresas têm logos baseados no layout web que usa o mesmo vocabulário visual de ícones.

Logos inspirado por um estilo iconism™

E enquanto logos certamente pode empregar um ícone de estilo semelhante, e até mesmo imitar a natureza quadrática dos ícones. Que não haja dúvida, ícones e logotipos são duas disciplinas de design completamente distintas. É importante saber a diferença entre estas duas coisas, como eles procurar cumprir dois objetivos muito diferentes, tanto tecnicamente quanto mentalmente.
Texto original retirado do site: http://pixelresort.com/blog/icons-and-logos-are-not-the-same/
Perdoe-nos pelos erros ortográficos, gramaticais e de tradução, mas este não é o meu forte.



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